Uma querida prima mandou-me uma charge que havia visto no facebook e pediu-me para versejar sobre o assunto, vez que, ela sabe que eu sou frontalmente contra alguns títulos honoríficos dados, sem o devido mérito, ao ex presidente (licença para o uso da má palavra) Lula, por algumas universidades, em troca de sabe-se lá o quê. Tive imenso prazer em realizar tal tarefa. Vejamos:
Aí está, prima Olívia, a diferença entre estes dois animais:
Mote:
Com uma letra a separar
Do Lula pra dita Mula.
Glosa:
Todos dois são de zurrar
Produzindo o mesmo efeito...
O nome é do mesmo jeito
Com uma letra a separar...
Para os dois apresentar
Vê-se uma diferença chula:
Um dá coice quando pula;
Um diz merda quando fala;
E um mau cheiro é o que exala...
Do Lula pra dita Mula!
Natal-RN, 20 de maio de 2014.
Gibson Azevedo - poeta
terça-feira, 20 de maio de 2014
quarta-feira, 14 de maio de 2014
Carta para o Jesus.
Carta para o Jesus.
Aí vai a minha contribuição,
Miudinho(Jesus de Ritinha de Miúdo). Refiro-me àquela matéria na qual o Bispo
Adelino de Jundiaí - espertalhão mor destas igrejas de fundo de quintal -
prometia restaurar a virgindade das moças que na sorrelfa já haviam sido iniciadas na vida sexual. Convidava a todas elas para, gratuitamente, comparecerem
a sua "Santa Igreja", assegurando-as que num período de quatro semanas usando o
"óleo santo de Jacó",
teriam de volta o seu lacre virginal.
Amigo Jesus, gostei muito da sua glosa sobre o inusitado assunto... Faço aqui a minha homenagem poética a este espantoso milagre, enaltecendo o destacado milagreiro:
Amigo Jesus, gostei muito da sua glosa sobre o inusitado assunto... Faço aqui a minha homenagem poética a este espantoso milagre, enaltecendo o destacado milagreiro:
Mote:
Se perdeu o seu cabaço
Procure o bispo Adelino
Glosa:
Descarte o embaraço,
Esfrie a sua cabeça,
Não chore, não se aborreça,
Se perdeu o seu cabaço...
Pois se gostas do bagaço
De um namoro clandestino,
Se já teve até menino,
Não fique a cair no pranto
Se perdeu o seu cabaço
Procure o bispo Adelino
Glosa:
Descarte o embaraço,
Esfrie a sua cabeça,
Não chore, não se aborreça,
Se perdeu o seu cabaço...
Pois se gostas do bagaço
De um namoro clandestino,
Se já teve até menino,
Não fique a cair no pranto
Que a cura é o “óleo Santo”...
Procure o bispo Adelino!
Natal-RN, 13/ maio/ 2014.
Gibson Azevedo - poeta
Procure o bispo Adelino!
Natal-RN, 13/ maio/ 2014.
Gibson Azevedo - poeta
sexta-feira, 2 de maio de 2014
Um irmão que se foi.
![]() |
| Festa dos trinta anos do bar do Mário Barbosa. |
![]() |
| Mano em foto mais recente. Ainda sorrindo, de bem com a vida. |
Um irmão que se foi.
Venho tristonho, comunicar aos meus amigos o falecimento do poeta, meu colega, amigo e compadre, Justiniano Homem de Siqueira, popular e carinhosamente conhecido como Mano, que há mais de uma década lutava estoicamente contra uma grave doença, que infelizmente o vitimou. Fato ocorrido ontem 1º de maio, dia do trabalhador. Visitei-o por diversas vezes nalguns hospitais da nossa cidade, quando este convalescia em outras fazes daquela longa luta e nunca o vi esmorecer do desejo férreo de viver. Já agora, na fase final deste embate, quando as sequelas daquele combate se faziam evidentes, nunca percebi arrefecer a sua vontade de superar àquelas adversidades que tolhiam a sua saúde.
Tivemos um relacionamento de amigos em toda sua plenitude. Convivemos com harmonia mesmo com as nossas diferenças. Mano era um homem polêmico como todo grande ser humano. Era um idealista, mas apesar das nossas diferenças políticas, isto jamais representou algum óbice, algum tipo de balizamento ante a nossa sincera amizade. Até porque tratava-se de uma pessoa espontaneamente solidária. Quando se deparava com as dificuldades na vida de algum ser humano, mesmo que aquele necessitado estivesse fora da convivência sadia das suas amizades, atendia-os sempre na medida do possível. De forma natural, muitas vezes anônima. Era naturalmente um arauto da alegria. Através da sua música trazia, de forma gratuita, os bons ventos da felicidade, a satisfação do existir em todas as ambiências que a vida lhe proporcionou, humilde, brilhar com a sua presença. Luziu alumiando a vida dos mais humildes. Na realidade, eu, que sou um pequeno ser vivente, sinto-me ainda menor, agora, na certeza de sua ausência. A nossa querida Natal perde decerto um grande homem, e fica um pouquinho mais órfã, no seu manancial de decência e cidadania.
No burburinho das despedidas fúnebres lembrei-me de um recente momento que juntos participamos, a festa dos trinta anos de fundação do bar do amigo Mário Barbosa. Quis o destino que este viesse a falecer poucos meses após àquela memorável festa. Naquela oportunidade saudei ao amigo Mário com uma poesia de minha lavra. Refiro-me a uma glosa que teve como base, um mote que o poeta Pinto do Monteiro deu para o grande tribuno paraibano Raimundo Asfora glosar sobre aquele tema. Confesso que achei- o muito forte e sugestivo à vida humana. Talvez por isto, cometi a heresia de glosar também baseando-me no referido mote. E foi com esta poesia que eu fiz aquela singela saudação. O compadre Mano apesar de já muito debilitado, à época, compareceu àquela reunião de amigos, e naquele momento dirigiu-se a mim solicitando-me uma cópia daquela peça, tendo eu prontamente atendido ao seu emocionado pedido de poeta.
Hoje, dentro da minha tristeza, encontro conforto em editá-la, despedindo-me do amigo com este expressivo até breve, um “inté mais vê”! Quem sabe nos encontremos numa outra vida. A “verdadeira vida”!...
Mote:
Eu vou enganar a morte
Pois viverei depois dela
Glosa:
Não é que muito me importe,
Se vou agora ou depois,
Mas neste jogo, a dois,
Eu vou enganar a morte.
Não é caso de ter sorte,
Astúcia ou escapadela,
Vou galopando na sela
Do destino, em disparada,
Ao tempo, além da virada...
Pois viverei depois dela!
Natal-RN/ out./ 2013.
Gibson Azevedo.
Venho tristonho, comunicar aos meus amigos o falecimento do poeta, meu colega, amigo e compadre, Justiniano Homem de Siqueira, popular e carinhosamente conhecido como Mano, que há mais de uma década lutava estoicamente contra uma grave doença, que infelizmente o vitimou. Fato ocorrido ontem 1º de maio, dia do trabalhador. Visitei-o por diversas vezes nalguns hospitais da nossa cidade, quando este convalescia em outras fazes daquela longa luta e nunca o vi esmorecer do desejo férreo de viver. Já agora, na fase final deste embate, quando as sequelas daquele combate se faziam evidentes, nunca percebi arrefecer a sua vontade de superar àquelas adversidades que tolhiam a sua saúde.
Tivemos um relacionamento de amigos em toda sua plenitude. Convivemos com harmonia mesmo com as nossas diferenças. Mano era um homem polêmico como todo grande ser humano. Era um idealista, mas apesar das nossas diferenças políticas, isto jamais representou algum óbice, algum tipo de balizamento ante a nossa sincera amizade. Até porque tratava-se de uma pessoa espontaneamente solidária. Quando se deparava com as dificuldades na vida de algum ser humano, mesmo que aquele necessitado estivesse fora da convivência sadia das suas amizades, atendia-os sempre na medida do possível. De forma natural, muitas vezes anônima. Era naturalmente um arauto da alegria. Através da sua música trazia, de forma gratuita, os bons ventos da felicidade, a satisfação do existir em todas as ambiências que a vida lhe proporcionou, humilde, brilhar com a sua presença. Luziu alumiando a vida dos mais humildes. Na realidade, eu, que sou um pequeno ser vivente, sinto-me ainda menor, agora, na certeza de sua ausência. A nossa querida Natal perde decerto um grande homem, e fica um pouquinho mais órfã, no seu manancial de decência e cidadania.
No burburinho das despedidas fúnebres lembrei-me de um recente momento que juntos participamos, a festa dos trinta anos de fundação do bar do amigo Mário Barbosa. Quis o destino que este viesse a falecer poucos meses após àquela memorável festa. Naquela oportunidade saudei ao amigo Mário com uma poesia de minha lavra. Refiro-me a uma glosa que teve como base, um mote que o poeta Pinto do Monteiro deu para o grande tribuno paraibano Raimundo Asfora glosar sobre aquele tema. Confesso que achei- o muito forte e sugestivo à vida humana. Talvez por isto, cometi a heresia de glosar também baseando-me no referido mote. E foi com esta poesia que eu fiz aquela singela saudação. O compadre Mano apesar de já muito debilitado, à época, compareceu àquela reunião de amigos, e naquele momento dirigiu-se a mim solicitando-me uma cópia daquela peça, tendo eu prontamente atendido ao seu emocionado pedido de poeta.
Hoje, dentro da minha tristeza, encontro conforto em editá-la, despedindo-me do amigo com este expressivo até breve, um “inté mais vê”! Quem sabe nos encontremos numa outra vida. A “verdadeira vida”!...
Mote:
Eu vou enganar a morte
Pois viverei depois dela
Glosa:
Não é que muito me importe,
Se vou agora ou depois,
Mas neste jogo, a dois,
Eu vou enganar a morte.
Não é caso de ter sorte,
Astúcia ou escapadela,
Vou galopando na sela
Do destino, em disparada,
Ao tempo, além da virada...
Pois viverei depois dela!
Natal-RN/ out./ 2013.
Gibson Azevedo.
quinta-feira, 24 de abril de 2014
Mugidos de uma vaca louca.
![]() |
| Marilena Chaui no auge do seu destempero. |
Veiculou há dias, no facebook, uma matéria sobre uma reunião de desocupados, dentre os quais estava presente o ex-presidente Lula, rindo a escangotar-se dos impropérios proferidos, com raríssima peçonha, pela professora universitária Marilena Chaui, animando a platéia de sectários apaniguados dos petralhas, com impensáveis estapafúrdios. É de se perguntar ao Luleco: “Tá rindo de quê, cabrão?”
A citada energúmena, à línguas soltas, mugia, derramando sua baba bovina: “Eu
odeio a Classe média!” “Acho-a um atraso de vida, uma estupidez”... “Abomino a
classe média”. “Acho-a reacionária, conservadora, retrógrada!”... “São pessoas
petulantes, terroristas e arrogantes”. “Se eu pudesse mandava matá-los!...”
E por aí, essa desmiolada foi distribuído o seu ódio pseudo-cívico, satisfazendo a tara sectária da platéia embevecida na ira. Penso tratar-se de um caso raro de fobia democrática ou sintoma de um raríssimo tumor – para não dizer, único – um “fecaloma alienantis”.
Como poeta, não contive a minha indignação perante tamanha desordem mental ditas ao arrepio da lei e modestamente opinei:
E por aí, essa desmiolada foi distribuído o seu ódio pseudo-cívico, satisfazendo a tara sectária da platéia embevecida na ira. Penso tratar-se de um caso raro de fobia democrática ou sintoma de um raríssimo tumor – para não dizer, único – um “fecaloma alienantis”.
Como poeta, não contive a minha indignação perante tamanha desordem mental ditas ao arrepio da lei e modestamente opinei:
Mote:
Ao babar um mandrião,
CHAUI cagou pela boca.
Ao babar um mandrião,
CHAUI cagou pela boca.
Glosa:
Destilando frustração,
Num encontro de pelego,
Criou um desassossego
Ao babar um MANDRIÃO...
Caprichou na encenação,
Com a voz de velha, já rouca,
Soltou vagidos de louca:
“Que odiava a classe média”...,
E nesta tragicomédia,
CHAUI cagou pela boca!
Destilando frustração,
Num encontro de pelego,
Criou um desassossego
Ao babar um MANDRIÃO...
Caprichou na encenação,
Com a voz de velha, já rouca,
Soltou vagidos de louca:
“Que odiava a classe média”...,
E nesta tragicomédia,
CHAUI cagou pela boca!
Natal-RN,
24/abril/2014.
Gibson Azevedo – poeta.
Gibson Azevedo – poeta.
domingo, 6 de abril de 2014
A natureza, esta eterna supresa.
Recebi do amigo Vicente, um mote que abordava um enorme trovão que ocorreu em Natal na madrugada do último sábado, dia 05 de abril, fenômeno este, que despertou este recanto humano, assustando todos os moradores desta pacata urbe. Nunca estivemos em guerra, sob ação de bombardeios, por isto mesmo não estamos acostumados a enormes e demorados estampidos.
Aproveitei uma foto/montagem de uma matéria colocada no facebook pelo grande amigo Marivaldo Ernesto dos Santos, que ilustrava o inusitado fenômeno ocorrido na nossa cidade, até porque eu também assustei-me com o supracitado trovão. Este mote, repito, foi-me presenteado graciosamente pelo amigo Vicente, o maior cantor amador que eu conheço nestas cinquenta léguas que nos circundam. Glosei com muito gosto:
Mote:
Toda
cidade tremeu
Com o
barulho do trovão
Glosa:
Quem estava
vivo gemeu
Ou
mesmo se fez de morto,
Provocou
até aborto:
Toda a
cidade tremeu!...
Até o
surdo atendeu
Àquela
assombração,
Um tipo
de explosão,
Grande "PUM''da natureza...
Tremeu
Natal, é certeza,
Com o
barulho do trovão!
Natal-RN,
05 de abril de 2014.
Gibson
Azevedo – poeta.
quarta-feira, 2 de abril de 2014
A espera do iminente desastre.
Desta feita lanço mão de uma matéria de terceiros que vi publicado pelo meu dileto amigo o poeta Jesus de Ritinha de Miúdo, das ribeiras do rio Acauã, e que muito o assustou, dadas eram as circunstâncias que aquele vate antevia, caso sejam verdadeiras as assertivas daquela reportagem, que colocam a nu as nossas mais descabidas e vergonhosas mazelas. Também senti um arrepio medonho... Haja vista não sabermos ainda a dimensão da hecatombe político-econômica que fatalmente se nos advirá, enxovalhada na lama fétida do charco criminal que os nossos representantes da última década adentraram, em um temerário mergulho no mundo das incertezas. Todas! Digo, todas essas ações, feitas ao arrepio da lei!...
Torço também, caro amigo, que isto não passe de preocupações a toa, e que este quadro, pintado com as tintas fortes da desonra, não passe de uma grosseira falsificação... Que a verdade possa ser outra.
Que se apure tudo, Sem restrições!
E assim falou o Jesus...:
Torço também, caro amigo, que isto não passe de preocupações a toa, e que este quadro, pintado com as tintas fortes da desonra, não passe de uma grosseira falsificação... Que a verdade possa ser outra.
Que se apure tudo, Sem restrições!
E assim falou o Jesus...:
E embora
pareça o contrário, torço para que seja apenas mais uma teoria estapafúrdia da
oposição.
Não quero o meu país ainda mais instável, pois, já sofro no bolso o resultado das vendas pífias dos últimos seis meses.
Não quero o meu país ainda mais instável, pois, já sofro no bolso o resultado das vendas pífias dos últimos seis meses.
(Recebido
por e-mail)
Espionagem
contra o governo procura elos entre a “Lava Jato” e as operações "Hulk e
Overseas" da PF
(Por Jorge
Serrão)
A cúpula
de “inteligência” do Palácio do Planalto ficou alarmada ontem com um assunto
mais explosivo que a operação de pressão nos bastidores políticos para forçar
senadores a retirarem assinaturas no pedido de abertura da CPI da Petrobras.
Vazou a informação de que ações de espionagens privadas, interessadas em
desestabilizar o governo Dilma Rousseff, estariam atrás de elementos
comprobatórios para estabelecer relação entre a recente Operação Lava Jato (que
identificou vários crimes relacionados à lavagem de dinheiro) com as Operações
Hulk e Oversea – que ontem fizeram uma apreensão de 3,7 toneladas de cocaína pura
no Porto de Santos.
A ligação
entre as operações pode se tornar possível no rastreamento detalhado do esquema
de lavagem de dinheiro (reais, dólares e euros) para financiar a logística de
exportação de drogas para a Europa, Cuba e países africanos. O pavor maior no
governo é que, além da Polícia Federal (que tem pelo menos cinco “tendências”
internas), o crime é investigado, extraoficialmente, por empresas privadas de
segurança transnacional, com monitoramento, também, de agentes da DEA (Drug
Enforcement Administration – a famosa agência anti-drogas do governo dos EUA).
A
operação Hulk investiga, desde 2013, um grupo na capital paulista que comprava
droga na Bolívia e a transportava para o Brasil pela fronteira com o Paraguai,
realizando a remessa para a Europa (Portugal, Espanha e Itália) pelo porto de
Santos. Já a operação Oversea tinha como foco o grupo que operava as inserções
ilícitas da droga em cargas que partiam do Brasil pelo porto, para Cuba e Oeste
da África. A Operação Lava Jato atinge um os principais pivôs dos escândalos
que implodem a Petrobras e os doleiros que operavam para o “condomínio”. O
esquema lavou a bagatela de R$ 10 bilhões em negócios escusos entre o governo e
grandes empresas privadas. Se aparecer um elo de lavagem de tanta grana com o
esquema logístico das drogas, o PTitanic vai parar nas profundezas abissais do
inferno.
A imagem
é assustadora no mar de lama. A Presidenta Dilma Rousseff está na proa do
PTitanic, barco que está afundando e com ratos já fugindo dos porões, prontinha
para ser empurrada do poder pelos grandes investidores internacionais
contrariados e prejudicados, no bolso, pela arrogância, desgovernança,
incompetência e corrupção de governo. Dilma será jogada aos tubarões sem
direito à boia de salvação reeleitoral.
Seu
Presidentro Lula, que sabe não navegar rumo a um Porto Seguro, tende a ser
arremessado logo em seguida. O Rosegate, difícil de abafar, e os inúmeros
escândalos na Petrobras tendem a assassinar as reputações dos maiores e dos
menores líderes petistas. O Mensalão, que terminou com ares de impunidade, vai
parecer um mero roubo das galinhas dos ovos de ouro.
Dilma,
Lula e o PT já eram! O problema é quem vai para o lugar dela... O próximo
Presidente terá a governabilidade complicadíssima, se bobear inviabilizada, com
a máquina e os poderes aparelhados pelo petralhismo. A previsível derrota de
Dilma em outubro pode lançar o Brasil em um clima de grande instabilidade
política. Muito mais grave que aquela balbúrdia dos idos de 1964, quando os
militares intervieram, e os inimigos reais, da oligarquia financeira
transnacional, lhes comeram o governo pelas beiradas, até a entrega para a
corrupta "Nova República", em 1985.
O Alerta
Total insiste: Dilma Rousseff só conquista a reeleição pela via milagrosa de
uma fraude eletrônica. Seu governo não tem mais credibilidade. A efetiva
oposição do poder econômico lhe será fatal. Dilma está fatalmente ferida por
crimes bilionários comprovados pelas Operações Lava Jato e Porto Seguro, o
repique do Mensalão que não puniu o verdadeiro chefão e vários escândalos ainda
por brotar na Petrobrás e Eletrobras, junto com problemas a estourarem no Bolsa
Família, no Minha Casa, Minha vida e na desorganização da Copa do Mundo. Se o
Brasil ganhar a Copa, o governo pode ganhar uma sobrevida popular. Se perder,
sai de baixo... O inferno será o limite...
O esquema
das drogas
A exportação de cocaína utiliza a logística tradicional do carregamento de contêineres em “portos secos privados”, conhecidos como Redex (Recintos Alfandegários de Exportação), onde são lacrados e enviados para embarque no Porto de Santos. A droga era colocada em mochilas e sacolas, que eram inseridas nos contêineres por funcionários particulares, sem o conhecimento dos donos das cargas ou dos navios. A cocaína seguia junto com um lacre clonado e, no local de destino, outros integrantes das quadrilhas rompiam os lacres, recuperavam a cocaína e colocavam os lacres clonados, para não gerar suspeitas.
A exportação de cocaína utiliza a logística tradicional do carregamento de contêineres em “portos secos privados”, conhecidos como Redex (Recintos Alfandegários de Exportação), onde são lacrados e enviados para embarque no Porto de Santos. A droga era colocada em mochilas e sacolas, que eram inseridas nos contêineres por funcionários particulares, sem o conhecimento dos donos das cargas ou dos navios. A cocaína seguia junto com um lacre clonado e, no local de destino, outros integrantes das quadrilhas rompiam os lacres, recuperavam a cocaína e colocavam os lacres clonados, para não gerar suspeitas.
Providencial
Scaner
As Operações Hulk e Oversea tiveram uma inestimável ajuda tecnológica da Receita Federal. Os Scaners de alta penetração nos terminais do Porto de Santos, que funcionam desde 19 de setembro de 2013, conseguem localizar drogas em meio a mercadorias legalmente exportadas. Antes desse procedimento, apenas pela sorte da amostragem se conseguia achar malas colocadas em um contêiner, aparentemente utilizando-se a técnica "rip-on - rip-off", na qual a droga é introduzida à revelia do dono da carga.
As Operações Hulk e Oversea tiveram uma inestimável ajuda tecnológica da Receita Federal. Os Scaners de alta penetração nos terminais do Porto de Santos, que funcionam desde 19 de setembro de 2013, conseguem localizar drogas em meio a mercadorias legalmente exportadas. Antes desse procedimento, apenas pela sorte da amostragem se conseguia achar malas colocadas em um contêiner, aparentemente utilizando-se a técnica "rip-on - rip-off", na qual a droga é introduzida à revelia do dono da carga.
Pressão
espúria
Senadores prometem chutar o balde se a turma do Palhaço do Planalto continuar com pressões espúrias para que eles retirem suas assinaturas do pedido de abertura da CPI da Petrobras. Ontem, o líder do PT no Senado, Humberto Costa (PE), repetiu que o governo vai trabalhar até o fim pela retirada de assinaturas, que hoje somam 29. O senador Clésio Andrade (PMDB-MG) já gritou ontem que não retira sua assinatura... Outros, ameaçados com dossiês que revelariam desde amantes até supostos negócios escusos, ameaçam detonar o governo se a pressão espúria não parar...
Senadores prometem chutar o balde se a turma do Palhaço do Planalto continuar com pressões espúrias para que eles retirem suas assinaturas do pedido de abertura da CPI da Petrobras. Ontem, o líder do PT no Senado, Humberto Costa (PE), repetiu que o governo vai trabalhar até o fim pela retirada de assinaturas, que hoje somam 29. O senador Clésio Andrade (PMDB-MG) já gritou ontem que não retira sua assinatura... Outros, ameaçados com dossiês que revelariam desde amantes até supostos negócios escusos, ameaçam detonar o governo se a pressão espúria não parar...
Haja Graça?
A máquina de propaganda financiada pela Petrobras tenta fabricar a “gerentona” Graça Foster como a santa guerreira que fará o milagre de livrar a empresa de todos os problemas de má gestão e corrupção. A marketagem vende a tese de que Graça agora atua com rigor, como se não tivesse pleno conhecimento de tudo que acontecera na empresa antes de sua gestão, quando era diretora da Petrobras.
A máquina de propaganda financiada pela Petrobras tenta fabricar a “gerentona” Graça Foster como a santa guerreira que fará o milagre de livrar a empresa de todos os problemas de má gestão e corrupção. A marketagem vende a tese de que Graça agora atua com rigor, como se não tivesse pleno conhecimento de tudo que acontecera na empresa antes de sua gestão, quando era diretora da Petrobras.
Sem
estádio
A chance de São Paulo sediar a abertura da Copa do Mundo fica cada vez mais ameaçada... A Fast Engenharia, responsável montagem das arquibancadas provisórias da Arena Corinthians, promete "uma análise técnica" das solicitações da Superintendência Regional do Trabalho que interditou a obra, depois da morte de um operário. As condições de trabalho na apressada obra foram classificadas de “precárias”.
A chance de São Paulo sediar a abertura da Copa do Mundo fica cada vez mais ameaçada... A Fast Engenharia, responsável montagem das arquibancadas provisórias da Arena Corinthians, promete "uma análise técnica" das solicitações da Superintendência Regional do Trabalho que interditou a obra, depois da morte de um operário. As condições de trabalho na apressada obra foram classificadas de “precárias”.
Nem
resposta
O presidente da Fifa, Joseph Blatter, recebeu convite do Congresso Nacional para prestar esclarecimentos sobre os investimentos da entidade no Brasil que, recentemente, divulgou recorde em seus lucros com a realização da Copa entre nós. Blatter nem respondeu. É o exemplo típico de um confronto entre amadores e um profissional.
O presidente da Fifa, Joseph Blatter, recebeu convite do Congresso Nacional para prestar esclarecimentos sobre os investimentos da entidade no Brasil que, recentemente, divulgou recorde em seus lucros com a realização da Copa entre nós. Blatter nem respondeu. É o exemplo típico de um confronto entre amadores e um profissional.
Dedos
cruzados
Num almoço com empresários paulistas, esta semana, Aécio Neves disparou: “Para mim, não importa se o adversário será o ex-presidente Lula ou a presidente Dilma. Quero derrotar um modelo que não vem fazendo bem ao Brasil”. Acabou sendo aplaudido.
Num almoço com empresários paulistas, esta semana, Aécio Neves disparou: “Para mim, não importa se o adversário será o ex-presidente Lula ou a presidente Dilma. Quero derrotar um modelo que não vem fazendo bem ao Brasil”. Acabou sendo aplaudido.
Nova
versão
Há uma nova versão sobre o suposto voluntarismo de Dilma Rousseff quando soltou uma nota das mais discutidas, sobre o escândalo da refinaria de Pasadena. O Planalto já vinha colecionando informações sobre as investigações do Tribunal de Contas da União, Ministério Público e Polícia Federal sobre a operação que deu um gasto de US$ 1,2 bilhão para a Petrobras. E as previsões eram que a explosão aconteceria em plena campanha. Aí, resolveu correr todos os riscos e antecipar a crise na estatal.
Há uma nova versão sobre o suposto voluntarismo de Dilma Rousseff quando soltou uma nota das mais discutidas, sobre o escândalo da refinaria de Pasadena. O Planalto já vinha colecionando informações sobre as investigações do Tribunal de Contas da União, Ministério Público e Polícia Federal sobre a operação que deu um gasto de US$ 1,2 bilhão para a Petrobras. E as previsões eram que a explosão aconteceria em plena campanha. Aí, resolveu correr todos os riscos e antecipar a crise na estatal.
Também
BNDES
A oposição tenta se organizar para nova empreitada: uma CPI do BNDES. E isso porque o banco de desenvolvimento presidido por Luciano Coutinho jamais revela detalhes de seus vultosos contratos de financiamentos a grandes grupos, sempre alegando sigilo profissional. Querem aproveitar também que ele atravessa uma fase de pouca proximidade com Dilma que, na campanha de 2010, queria que ele assumisse o Ministério da Fazenda. Detalhe: até agora Aloizio Mercadante não recebeu Coutinho na Casa Civil.
A oposição tenta se organizar para nova empreitada: uma CPI do BNDES. E isso porque o banco de desenvolvimento presidido por Luciano Coutinho jamais revela detalhes de seus vultosos contratos de financiamentos a grandes grupos, sempre alegando sigilo profissional. Querem aproveitar também que ele atravessa uma fase de pouca proximidade com Dilma que, na campanha de 2010, queria que ele assumisse o Ministério da Fazenda. Detalhe: até agora Aloizio Mercadante não recebeu Coutinho na Casa Civil.
Eterno 1º
de Abril
A farsa da construção da sede da UNE no Rio, que recebeu mais de R$ 50 milhões do governo federal, vai além dos tapumes metálicos que escondem o mato: não há placa identificando projeto de engenharia.
A farsa da construção da sede da UNE no Rio, que recebeu mais de R$ 50 milhões do governo federal, vai além dos tapumes metálicos que escondem o mato: não há placa identificando projeto de engenharia.
Pensando
bem...
…o “não sabia que Youssef era doleiro”, de André Vargas, foi a melhor mentira de 1º de abril em Brasília ontem. Quase supera o “mestre” Lula.
…o “não sabia que Youssef era doleiro”, de André Vargas, foi a melhor mentira de 1º de abril em Brasília ontem. Quase supera o “mestre” Lula.
Amigos de
infância
O deputado federal André Vargas (PT-PR), o mesmo que levantou o punho cerrado para tentar insultar Joaquim Barbosa, presidente do Supremo, usava o avião do doleiro Alberto Yousseff, preso pela Operação Lava-Jato. E confessa que é amigo dele há mais de 20 anos. Durante esse tempo todo, segundo Vargas, nunca falaram sobre dólar. Os amigos chegados garantem que, quando eles se encontravam, jogavam dominó, pulavam amarelinha, iam a batizados da família, nada além disso.
O deputado federal André Vargas (PT-PR), o mesmo que levantou o punho cerrado para tentar insultar Joaquim Barbosa, presidente do Supremo, usava o avião do doleiro Alberto Yousseff, preso pela Operação Lava-Jato. E confessa que é amigo dele há mais de 20 anos. Durante esse tempo todo, segundo Vargas, nunca falaram sobre dólar. Os amigos chegados garantem que, quando eles se encontravam, jogavam dominó, pulavam amarelinha, iam a batizados da família, nada além disso.
( É justificável, a nossa apreensão!...
Natal-RN, 02 de abril de 2014.
Gibson Azevedo - cidadão e poeta.)
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