Agradeço
a deferência do acaso por eu ser ainda muito capaz de indignar-me... Não engulo
certos imbróglios sem antes externar veementemente a minha indômita insatisfação.
O que acontece neste momento com a nossa Justiça, sugere que fiquemos alerta ao
desenrolar de um possível trote judicial a ser passado contra o orgulho da
nossa nacionalidade. Nacionalidade de Nação
livre. Se deixarmos certos acertos de compadrios acontecerem às nossas vistas,
seremos coniventes e escravos da barbárie que decerto advirá independente de
nossa vontade. Ninguém mais prestará contas dos seus atos, por mais
escandalosos que estes possam parecer... Tudo será aceitável! No entanto, teimo
entender nada justificar que trapaceiros que dizem serem autênticos
representantes do povo, mesmo que oriundos das classes mais empobrecidas da
nossa população, e por isto – somente por isto - idolatrados, se esgueirem matreiramente da ação rigorosa e punitiva da Lei.
Li a pouco, no matutino
Tribuna do Norte, jornal de grande circulação no nosso Estado, um artigo do
eminente padre João Medeiros Filho, preclaro imortal da Academia
Norteriograndense de Letras, no qual ele enaltecia a Magistratura, e com ênfase, entendia a Justiça como um bem maior, um pequeno reflexo da face
Divina... Eu concordo plenamente com o citado e ilustre Cura. Por isto mesmo,
conclamo os homens de bem do meu País, a que não deixemos, em nossa terra, enxovalhar
a lembrança da face boníssima do nosso Criador. Todo cuidado é pouco! Em respeito as nossas instituições
democráticas, apelo aos patrícios que não deixemos as nossas mazelas se
agigantarem, ao ponto de termos, obrigatoriamente, de valermo-nos da “desobediência
civil” como lenitivo à desolação que ao comando de milícias, certamente prosperará neste fétido caldo de
cultura que se tornará a nossa Nação: Sem ordem e sem lei.
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O beijo indecente |
Aqui, um beijo indecente
de bêbados... Esse sujeito alvinho, atualmente usa meia-barba, certamente para
disfarçar a evidentíssima cara de pau a qual é possuidor. Ele foi “baba-ovo” do
PT por vários anos, empenhou-se de corpo e alma na defesa de alguns
mensalãomaníacos – dos mais graduados-, apesar de não contar no seu currículo
profissional (de advogado) nenhum brilho..., nem com luzires emprestados.
Agora, para fazer alguns serviços (de serviçais) pouco recomendáveis a homens
probos, nota-se uma real desenvoltura neste obscuro cavalheiro... Este notório
“xeleleu de porco gordo”, que caiu de pára-quedas na mais alta corte da nossa
Magistratura, se acha com competência – o que duvidamos - e isenção para julgar
malandros que foram, até pouco tempo, queridos personagens, alvos de sua dileta
amizade e dos seus cuidados “profissionais”.
Nós brasileiros, deveríamos abrir os nossos olhos
e tentar enxergar o verdadeiro enredo desta detestável ópera bufa, que se
desenrola por trás desta nociva cortina de fumaça.
Natal-RN, 06 de agosto de 2012.
Gibson Azevedo da Costa – Brasileiro.
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