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fofocas |
Certa
manhã ensolarada que prenunciava o forte calor que vigoraria no restante do
dia, chega à sua casa, Noberto conhecido cambista, acompanhado por João de Boró
para tratarem de um determinado assunto com o seu filho Arinilson. Acercaram-se
do rapazola e Noberto anunciou ao seu filho que o amigo João tinha umas
perguntas a lhe fazer e queria a verdade como resposta.
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caluniado tomando satisfações. |
Tá bom, meu
pai. O que foi que houve? – perguntou Arinilson, meio “na encolha”.
Bem, é que eu
soube que você falou lá na pensão de Dona Mariquinha, que a minha mulher tava
me corneando, e, portanto eu quero tirar esta estória a limpo. De qual pessoa
você escutou esse assunto? – indagou João, com firmeza.
Eu soube
através de Chiquito de Gato que falou lá na Pensão – respondeu sem titubear o
jovem Arinilson.
Tá bom, muito
obrigado – despediu-se agradecendo, o diligente João de Boró.
Ploc..., ploc...,
ploc..., ploc..., passadas largas, eis que João se dirigia apressadamente rumo à
casa de Gato para tirar umas dúvidas em conversa com o seu filho Chiquito. Lá
chegando, Chiquito lhe informou que havia tomado conhecimento do assunto nas
dependências da barbearia de Zé Café, via comentário feito por um Senhor já
idoso chamado Manuel Tenório, no momento no qual este era atendido no seu
costume semanal de fazer a barba com aquele destacado barbeiro. Ploc..., ploc...,
ploc..., ploc..., barulho de o seu caminhar em direção a casa do Senhor Manuel;
não sem antes passar na barbearia para confirmar a informação do jovem Chiquito.
Seu Manuel, é
verdade? E se for, de quem foi que o senhor ouviu está estória que envolve a
honra da minha família e que eu estou querendo tirar a limpo? – Indagou sincero,
o humilhado cidadão, ao ancião respeitável de palavra inquestionável
Homi, eu ouvi este boato da boca do meu amigo Biró Batista. Num acriditei muito, não!... - Ponderou o velho ao conterrâneo. ....
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